terça-feira, 17 de setembro de 2013

valor

Numa aula de direito penal, ouvi a história do professor.

Aluno que vendera a moto para pagar o curso, não tinha dinheiro para comer, pedia para professor café, enchia de açúcar... Na cantina, menina que o pai pagara o curso, ela não entrava em aula alguma, pai mandou ela fazer a aula contra o consentimento dela...

Irmã do professor era deficiente, não movia os membros, em raras ocasiões movia o braço, família ficava feliz quando acontecia...

Alguém poderia dizer: caso raro. Mas nem tanto assim, temos tanta coisa que não damos valor, para quem já sentiu temporariamente como é a sensação da impotência de não conseguir fazer as coisas mais banais, por um membro engessado, sabe quão triste deve ser para aqueles com restrições físicas, ou mesmo comparar com restrição financeira...

E este que escreve, tem vergonha de dizer que tinha preguiça de fazer as coisas, faltava ânimo para dar o melhor de si.

Que isto seja lembrado de tempos a tempos, para valorizamos todos os que lutam, perseveram e continuam a viver, dando sempre o melhor, se superando a cada dia.

Força!! Coragem a todos!!

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Aula de inglês

Comecei a fazer este curso voltado para concurso público, alguns deixam algumas matérias de fora porque se errar anula certa, chego na sala da primeira aula de inglês, 8 pessoas...
Penso e penso...
Acho que estes 8 devem manjar inglês, vieram apenas pegar dicas sobre a prova, penso de novo.... Do pessoal que não veio, devem haver muitos que entendem de inglês e resolveram não pagar o módulo de inglês...

Cabeça para cá e para lá, no fim não importa se outros candidatos sabem da matéria, o próprio candidato deve se esforçar e usar seus recursos como quiser

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sábado, 7 de setembro de 2013

Livre.. não tão livre

Nascemos, somos criados por pais (as vezes sobrevivemos), estudamos (pela constituição brasileira, deveria ser para todos), trabalhamos...

...sim, trabalhamos, tanto para sobreviver, como para seguir em frente. Mas a cada passo da vida, mais responsabilidades pesam em nossos ombros.

Mesmo no meio de tanto trabalho, as vezes, conseguimos tempo para sonhar, desejar coisas materiais que nos obrigam a trabalhar mais, e outras coisas que não poderíamos ter... Bem, pelo menos não junto com a vida que levamos.

Passa-se o tempo, eis que acontece um fato que simplesmente quebra a impossibilidade de se fazer, tiram o emprego... (fecham-se portas e abrem-se outras? Me desculpe, não, as portas apenas não foram vistas, sempre estiveram pelo estrada da vida).

Me deram tanto tempo, tempo da qual, quando em falta sempre nos impede de seguirmos boa parte dos nossos sonhos. Aquele sonhos que tínhamos no pouco tempo entre trabalho, família, responsabilidades...

Um tempo tão precioso, que tanto queríamos, mas incrivelmente desperdiçado... Sim, e que desperdício, porque não fui atrás dos meus sonhos.

Espero conseguir lembrar dos meus tão queridos sonhos a tempo.

Pedro.