Numa aula de direito penal, ouvi a história do professor.
Aluno que vendera a moto para pagar o curso, não tinha dinheiro para comer, pedia para professor café, enchia de açúcar... Na cantina, menina que o pai pagara o curso, ela não entrava em aula alguma, pai mandou ela fazer a aula contra o consentimento dela...
Irmã do professor era deficiente, não movia os membros, em raras ocasiões movia o braço, família ficava feliz quando acontecia...
Alguém poderia dizer: caso raro. Mas nem tanto assim, temos tanta coisa que não damos valor, para quem já sentiu temporariamente como é a sensação da impotência de não conseguir fazer as coisas mais banais, por um membro engessado, sabe quão triste deve ser para aqueles com restrições físicas, ou mesmo comparar com restrição financeira...
E este que escreve, tem vergonha de dizer que tinha preguiça de fazer as coisas, faltava ânimo para dar o melhor de si.
Que isto seja lembrado de tempos a tempos, para valorizamos todos os que lutam, perseveram e continuam a viver, dando sempre o melhor, se superando a cada dia.
Força!! Coragem a todos!!
